Madrid desde 142€ Na cidade da 'movida' não falta animação, cultura, história, museus e boa gastronomia! Venha até Madrid. Preço desde 142, por pessoa, com taxas incluídas, para duas noites de hotel, passagem aérea e seguro. Marque já a sua próxima viagem! |
|  |  |  | | Na cidade da 'movida'! Madrid orgulha-se de possuir um número excepcional de Museus. De entre vários, destaca-se o Museu do Prado com a mais vasta colecção do mundo de arte espanhola, e o Museu Thyssen-Bornemisza, que traça a evolução da arte ocidental a partir do sec.XIV. De entre várias atracções turísticas, pode dizer-se que as 'tabernas' e as suas famosas 'tapas' são um ex-libris desta cidade. Venha até lá degustar o seus sabores! | A saber: A famosa praça 'Puerta del Sol' assinala o local da entrada oriental na cidade, onde havia uma porta e um castelo, há muito desparecidos, ficando em seu lugar uma série de igrejas. Nos finais do sec.XIX a zona transformou-se numa praça e tornou-se o centro dos frequentadores de cafés, sendo um dos lugares de reunião mais populares da cidade. Umas das principais caracteristícas desta peculiar praça é o frenesim e o barulho das conversas. | A não perder! Palácio Real Museu do Prado Catedral de la Almudena Gran Via Plaza Mayor
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Madrid
é a capital e a maior cidade em Espanha, com uma população que ultrapassa os 3 milhões. Situa-se no centro da Meseta Espanhola, e a zona que a circunda é conhecida como 'Comunidad de Madrid'. Apesar do facto de ter havido ocupação pré-histórica no local onde se encontra actualmente Madrid, os primeiros dados de ocupação são do sec.IX, durante o controlo mulçumano, no reinado de Muhammad I. Este mandou construir um pequeno palácio, no sitio onde hoje se encontra o Palácio Real, e foi em volta deste que se começou a desenvolver uma pequena cidadela, al-Mudaina. Perto do palácio corria o rio Manzanares, o qual foi denominado pelos mulçumanos 'a fonte de água'. Foi do rio que decorreu o nome da localidade 'Majerit', que mais tarde se transformou em Madrid. A cidadela foi conquistada em 1085 por Afonso VI de Castela, e converteu a mesquita na Igreja de la Almudena. Depois de grandes problemas e um grande fogo na cidade, Henrique III de Castela (1390-1406) reconstruiu Madrid e estabeleceu uma residência para si e para a sua familia fora das muralhas da cidade, em El Pardo. Em 1561, Filipe II fez de Madrid a capital da Espanha, transferindo as cortes de Sevilha para a cidade de Madrid, e a partir desta data a cidade atraiu os melhores talentos literários e artisticos do País. Filipe V decidiu que a cidade de Madrid, sendo uma capital europeia, não podia estar no estado em que se encontrava e como tal implementou uma série de medidas para a construção de vários palácios, mas é só no reinado de Carlos III (1716-1788) que Madrid se tornou no grande centro cosmopolita. Quando Carlos IV (1748-1819) subiu ao trono a população de Madrid revoltou-se. No motim de Aranjuez, liderado pelo filho do rei Fernando VII, o rei foi deposto e Fernando foi coroado rei de Espanha. No entanto, o seu reinado foi breve porque em Maio de 1808 as tropas de Napoleão invadiram a cidade. Depois da Guerra da Independência, em 1814, Fernando VII volta a subir ao trono. Após a morte de Fernando VII, em 1833, a política espanhola transformou-se numa complicada sucessão de golpes de estado e sublevações. Para piorar a situação, a escolha da sua jovem filha Isabel II como sucessora irritou o seu irmão Carlos e daí 'nasceu' uma guerra civil que vitimou 140 000 pessoas. Apesar do clima de instabilidade vivido nesta época, Madrid converteu-se numa moderna capital europeia, como uma crescente classe média. Mas Isabel II (1830-1904) não conseguiu conter a tensão política que culminou numa revolta que deu origem à Primeira República Espanhola e com uma eventual tomada de posse pelos monarcas levaria à Segunda República Espanhola e à Guerra Civil Espanhola (1936-1939). Durante essa guerra Madrid foi uma das cidades mais afectadas, com as suas ruas transformadas em campos de batalha e aviões a bombardear a cidade tendo como alvo civis. O general Franco, que a si próprio se elevara à posição de generalíssimo, instalou-se como ditador. Depois da morte de Franco os vários partidos políticos emergentes aceitaram o desejo do ditador de ser sucedido pelo herdeiro ao trono, Juan Carlos I, neto de Afonso XIII. Em 1975, Juan Carlos I prestou juramento como Rei. Projectou a adesão de Espanha ao mundo moderno e podemos falar de Madrid contemporanea a partir desta época. Numa série de jogadas arrojadas, conduziu o país às primeiras eleições democráticas pós-Franco, em 1977. O primeiro mandato de Felipe González como primeiro ministro coincidiu com um período de recuperação económica, coroado em 1992 com a realização dos Jogos Olímpicos de Barcelona, uma Exposição Mumdial em Sevilha e a ascenção de madrid a Capital Europeia da Cultura. Os anos 80 foram um tempo de euforia, especialmente em Madrid. Com Enrique Tierno Galván, presidente do município de Madrid, as artes tiveram um fluxo de criatividade e a cidade viveu num espírito de confirança e optimismo conhecido como 'La Movida'. Mesmo que Madrid não possuísse os seus magnifícos palácios, museus e monumentos, ainda mereceria uma visita pela vasta oferta de restaurantes, cafés e bares. Os 'madrileños' passam uma parte significativa do seu tempo fora de casa, com a familia e amigos a saborear as famosas 'tapas'. São irresistiveis! Venha provar estes sabores!
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