Paris desde 198€ Cidade romântica, plena de história e de locais a visitar. Escolha um fim de semana e marque já a sua viagem - ilumine a sua vida nesta cidade Luz! Para estada de 2 noites em hotel de 3 estrelas e passagem aérea, preço desde 198, com taxas incluídas, por pessoa. Aceite o nosso convite! |
|  |  |  | | Na Cidade das Luzes! Paris, mundialmente conhecida como a Cidade das Luzes, encanta pela beleza da sua arquitectura, pelas suas imensas avenidas, pelos seus encantadores jardins... O rio Sena divide a cidade em Rive Droite (Margem Direita), a norte e Rive Gauche (Margem Esquerda), a sul. Paris mede apenas dez por onze quilómetros, e pode, portanto, ser facilmente explorada a pé ou através do eficiente sistema de transportes. A orientação é facilitada pelos 20 arrondissements (designados aqui de 1º a 20º, em francês de 1 er a 20 ème), que estão dispostos segundo uma espiral centrífuga, como a concha de um caracol, a partir do bairro central de Notre-Dame à Porte de Montreuil, no extremo oriental da cidade. | A saber! O monumento mais famoso de Paris foi construído por Gustave Eiffel para a Exposição Mundial de 1889, centenário da Revolução Francesa. Com 318 metros e 10.100 toneladas, este é o monumento mais lembrado no mundo e o mais visitado da Europa! A avenida dos Champs Elysées foi criada em 1667 pelo paisagista André Le Nôtre, e no seu topo fica o famoso Arco do Triunfo, inspirado no Arco de Titus, foi mandado construir por Napoleão para celebrar as suas vitórias militares. Concluído em 1836 e é um dos grandes marcos de Paris. | A não perder: Torre Eiffel Arco do Triunfo Champs Elysées Notre Dame Sacré-Coeur Louvre Centro Georges Pompidou Museu d'Orsay Jardins du Luxembourg |
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Paris
não pode ser abordada sem expectativas e ideias pré-concebidas. Para alguns, representa a cidade do romance, com os amantes de Doisneau abraçados num eterno enlace aos pés da Torre Eiffel. Para outros, a capital francesa é uma pouco saudável concentração de parisienses orgulhosos ou uma mistura explosiva de escritores e artistas. Embora a primeira visita a Paris possa surpreender, é pouco provável que o desaponte. A todos os níveis - histórico, arquitectónico e cultural - é uma cidade fascinante. O rio Sena divide a cidade em Rive Droite (Margem Direita), a norte e Rive Gauche (Margem Esquerda), a sul. Paris mede apenas dez por onze quilómetros, e pode, portanto, ser facilmente explorada a pé ou através do eficiente sistema de transportes. A orientação é facilitada pelos 20 arrondissements (designados aqui de 1º a 20º, em francês de 1 er a 20 ème), que estão dispostos segundo uma espiral centrífuga, como a concha de um caracol, a partir do bairro central de Notre-Dame à Porte de Montreuil, no extremo oriental da cidade. A vida da cidade moderna começou em 250 a.C., quando uma tribo celta, denominada Parisii, fundou uma povoação de pescadores, Lutetia, na Île-de-la-Cité. Os romanos foram atraídos a este local estratégico, um cruzamento natural entre a Alemanha e a Espanha, e assumiram o controlo em 52 a.C. O primeiro Rei de França, Hugo Capeto, governou em 987, a partir de Paris. Apesar do domínio inglês (entre 1420 e 1436), uma série de reis franceses levou à centralização da França, sendo Paris o seu coração cultural, político e económico. O auge deste processo foi verbalizado na famosa frase de Luís XIV, 'L'Etat c'est moi'. A história de Paris revela-se nos seus diferentes bairros. A colina de Montmartre, com a sua atmosfera de aldeia, foi onde a Comuna de Paris começou; o Marais evoca a Paris medieval, com as suas ruas serpenteantes, em contraste com as grandes e bem ordenadas avenidas de Haussmann, concebidas por Napoleão para controlar as multidões. Estas grandiosas avenidas do séc. XIX dominam ainda hoje a cidade moderna, intercaladas com modernos acrescentos. Os grands projets do Presidente Miterrand trouxeram o Grande Arco da Défense, o ultramoderno Parc de la Villette, o impressionante Institut du Monde Arabe, e colocaram uma pirâmide no Grand Carré do Louvre. As diversas populações e os seus pontos de interesse definem a atmosfera da cidade. A alta sociedade reside confortavelmente no elegante 16º arrondissement, enquanto os imigrantes africanos e magrebinos vivem menos sumptuosamente em zonas como Belleville e Goutte d'Or. Os bairros judeus incluem o antigo Sentier e o bairro de Marais, muito na moda. Os parisienses, no seu todo, têm orgulho da sua cidade. Contudo, à primeira ocasião, precipitam-se em direcção à província (geralmente para a Normandia) para passar o fim-de-semana. Em Agosto, ocorre um êxodo massivo para o sul. Partem à procura de espaços verdes - embora Paris disponha de encantadores parques (os Jardins du Luxembourg e Tuileries) - e para escapar ao ritmo louco da vida de 'boulot, métro, dodo' (metro, trabalho, descanso). Felizmente, os visitantes podem apreciar a cidade a um ritmo mais agradável. | | |
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